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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Olhos de Verão

Escutei alguém abrir o portão.
Encontrei no coração multidões.
Meu desejo e meus destino brigaram como irmãos, e a manhã semeará outros grãos.
Você estava longe, então porque voltou, seus olhos de verão, que não vão entender?
E quanto a mim, te quero sim; vem dizer que não sabe.
E quanto a mim, não é o fim; nem à razão pra que um dia acabe.
Cada um terá razões ou arpões.
Dediquei-me as suas contradições, fissões, confusões...
meu desejo, seu bom senso, raivoso feito cães
...
Melhor saber seus olhos de verão, que não vão nem lembrar.
Somos dois contra a parede e tudo tem três lados, e a noite arremessara outros lados.
E quanto a mim, não é o fim, e nem à razão para que o dia acabe.
E se ao menos uma canção toca-se  e rompesse essa barreira da distância,
eu seria um amante sem moda nem rima;
...
Quem sabe amanhã o dia termine num instante!

AS.

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